Por que os romanos queriam se livrar de Jesus?

O Império Romano não conhecia nem se importava com Jesus.

Eles não. Muito pelo contrário na verdade.

O Império Romano não conhecia nem se importava com Jesus.

O único romano que queria que ele fosse solto, porque, como a Bíblia nos diz, ele sabia que tinha sido preso por acusações forjadas. (Mateus 27:18; Marcos 15:10) Pilatos sabia muito bem que Jesus era inocente; daí sua dramática, mas sem sentido literal, lavagem de suas mãos antes de entregar o Cristo para ser executado. (Mateus 27:24)

As pessoas que queriam Jesus morto eram os líderes religiosos judeus, que viam nele uma ameaça à sua posição e à sua nação. O tribunal canguru realizado ilegalmente à noite, que o considerou culpado de blasfêmia, sabia que essas acusações não significariam nada para Pilatos, e então foram apresentadas acusações inventadas de sedição. (João 11:48; 19:12) O imperador da época, o velho pervertido paranoico Tibério, sob o feitiço de Sejano, tratava com severidade um governador que não conseguisse reprimir nem mesmo o menor sopro de sedição.
O Império Romano não tomou conhecimento de Jesus, que no esquema romano das coisas era nada mais do que um pequeno criminoso provincial condenado à morte sob a acusação de sedição, até que seus seguidores se tornaram um incômodo e depois um bode expiatório útil. Nero e Diocleciano em particular não se cansavam de persegui-los. 
O maior dano, porém, foi feito por Constantino, cuja cínica realpolitik e usurpação do “cristianismo” deu origem a séculos de apostasia e escuridão espiritual.

Escrito por Portalpower

É pai de família, full stack na vida, gamer, apaixonado por tecnologia, gosta de silêncio e brownie com café ou Coca-Cola.

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