Resident Evil Requiem chegou em 27 de fevereiro de 2026 como o nono capítulo da franquia principal — e trouxe uma das decisões mais impactantes da série: dois finais distintos que mudam o destino de um dos maiores heróis de todos os tempos, Leon S. Kennedy. Neste guia detalhado, você vai descobrir o que acontece em cada final, qual é o “canon” e como as escolhas de Grace Ashcroft determinam o futuro de toda a narrativa.

Contexto da História e a Decisão Final
Em Resident Evil Requiem, a trama gira em torno de Leon, agora um agente veterano infectado por uma mutação conhecida como Raccoon City Syndrome, e Grace Ashcroft, uma analista do FBI com ligações pessoais profundas à Umbrella e a misterioso antídoto chamado Elpis — um nome inspirado na mitologia grega da esperança.
Ao longo do jogo, Leon e Grace se reencontram com horrores clássicos, descobrem segredos de Umbrella e confrontam um novo inimigo — Zeno, um clonão com poderes amplificados e ligação com os experimentos de Albert Wesker.
No segmento final da ARK, Grace obtém controle sobre Elpis e recebe uma escolha que determinará o destino de Leon, de toda a Humanidade e da própria Umbrella:
- Destruir Elpis
- Liberar Elpis na ARK
Final 1 — Destruir Elpis (Final Ruim)
Quando Grace decide destruir Elpis, acreditando que eliminar a ameaça biológica é a melhor opção, uma série de acontecimentos cruéis se desdobra:
- Leon enfraquece completamente devido à Síndrome de Raccoon City e suas condições se agravam.
- Zeno derrota Leon em combate e o mata atirando na cabeça, encerrando o arco do protagonista veterano de forma trágica.
- Grace escapa da ARK enquanto a instalação entra em autodestruição.
- O mundo continua sem a cura de Elpis, e o legado de Leon termina ali.
Esse final é conhecido como o bad ending porque culmina na morte de Leon e no fim inexorável do vírus — porém sem uma solução global para a ameaça biológica. Apesar de chocante, Capcom claramente deixa esse final como não canon, incentivando os jogadores a rejogar para ver a conclusão verdadeira da história.
Final 2 — Libertar Elpis (Final Bom)
Se Grace escolhe liberar Elpis na instalação ARK, tudo muda:
- Elpis revela sua verdadeira natureza como um antivírus universal capaz de curar infecções e neutralizar a ameaça biológica.
- Leon é curado da Síndrome de Raccoon City, recupera forças e até rejuvenesce em certa medida, abrindo caminho para futuras aventuras.
- Grace usa Elpis para tentar salvar outros infectados, demonstrando que a esperança ainda existe.
- Victor Gideon, antagonista transformado por Elpis, aparece como chefe final antes de ser derrotado.
- A cena pós-créditos sugere continuidade narrativa com personagens como Chris Redfield e reforça que essa é a linha de tempo “oficial”.
Esse é considerado o final verdadeiro ou canon em Resident Evil Requiem, pois abre espaço para próximos títulos e mantém Leon vivo na história principal.

Comparando os Dois Finais — O Que Isso Significa para a Série
| Elemento | Final Destruir Elpis | Final Libertar Elpis |
|---|---|---|
| Leon sobrevive? | ❌ Não | ✅ Sim |
| É final canônico? | ❌ Não | ✅ Sim |
| Terror e tragédia? | 😢 Alto | 😌 Esperançoso |
| Elpis como antivírus? | ❌ Nunca revelado | ✅ Revelado |
| Estabelece futuros jogos? | ❌ Não | ✅ Sim |
Esse contraste reforça a importância das escolhas e da narrativa ramificada em jogos modernos — deixando os fãs livres para explorar todos os finais, mas deixando claro qual deles é a linha temporal oficial com consequências a longo prazo.
Perguntas Frequentes
Leon realmente morre em Resident Evil Requiem?
Sim, mas apenas no final onde Elpis é destruído — considerado o “final ruim”. No final canônico, Leon é curado e sobrevive.
Qual é o final oficial (canon)?
O final canônico é o que ocorre quando Elpis é libertado, curando Leon e abrindo caminho para futuros jogos da franquia.
O que é Elpis?
Elpis é um antivírus universal que pode curar a infecção e neutralizar perigos biológicos — simbolizando esperança.
O que acontece com Zeno no final canônico?
No final canônico, Elpis enfraquece Zeno e ele é derrotado por Leon após uma batalha dramática.
Resident Evil Requiem transformou uma decisão narrativa em um divisor de águas para a franquia: escolher destruir ou libertar Elpis — com consequências que vão desde a morte do icônico Leon S. Kennedy até a esperança de um futuro onde o vírus pode ser curado.
Enquanto o bad ending entrega tragédia, o good ending é o que será lembrado oficialmente nos próximos jogos. Seja qual for sua escolha, a mensagem é clara: a esperança ainda existe — mesmo nas sombras mais profundas.
No final ruim, o Leon morre e é triste demais, mas é tudo questão de escolhas.
Sério, o Leon morre no final ruim e é um baita choque! Mas, se você escolher bem, ele fica vivo.
Eu achei que o Leon ia morrer no final, mas o Elpis mudou tudo, e ele conseguiu sobreviver no bom.
Fiquei com raiva de mim mesmo quando o Leon morreu. O que eu fiz de errado? Não queria ver ele no fim assim.
Acabei de jogar, e depois de ver o Leon morrer no final ruim, eu não sabia o que fazer. Muito tenso!
No final onde o Leon sobrevive, ele ainda dá uma última esperança pro time. Achei muito épico.
Tentei salvar o Leon no final bom, e cara, ele fica bem! O Elpis realmente faz toda a diferença.
Joguei os dois finais e o que mais gostei foi o final onde o Leon sobrevive, mas tem que tomar cuidado com a escolha.
Se o Leon morre, tudo fica tão pesado, mas quando escolhemos o Elpis, dá até pra respirar mais aliviado.
Eu fui pelo final bom e, mano, ver o Leon saudável no final foi uma baita recompensa!
A trama toda do Elpis e o Leon sobrevivendo no final bom fez o jogo valer a pena.
Pessoal, no final ruim o Leon morre sim! Fiquei chocado quando vi isso. Não esperava mesmo.
A sensação de ver o Leon morrendo no final ruim foi a pior de todas, a tensão foi insuportável.
Já joguei o final ruim, e quando vi o Leon morrendo, achei que seria um pesadelo. Fiquei mal.